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“...TRANSPORTE FEITO POR INDIGENAS, NO RIO SURINAM
em 1940. Com o objetivo de contrabalangar o efeito das
sêcas anormais, que invariavelmente têm sido desastrosas
para a colheita de arroz, o Govêrno tem realisado obras
de irrigacao em grande escala na regiao de Nickerie, que
é um distrito de pequenos lavradores que dependem exclu-
sivamente do arroz. Em 1938, as exportagöes de arroz
ascenderam a mais de 29% das exportagöes totais dos pro-
dutos agricolas de Surinam.
Outro produto agricola que esta quasi totalmente nas
maos dos pequenos lavradores é o cöco, que se cultiva na
regiao de Coronie. Em 1940, foram produzidos 5 milhöes
de cócos e 429.700 litros de azeite de coco, constituindo
estes ültimos a metade das necessidades locais. Os hindüs
estao proverbialmente familiarizados com as prensas de
extragao de azeite, e, se o uso dessas prensas for generali-
zado, a indüstria do azeite, que é explorada hoje de um
modo ainda muito primitivo, podera vir a florescer nota...”
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“... depois, porém, com o traigoeiro ataque dos japo-
nêses em Pearl Harbour, os Estados Unidos se tornaram
um pais aliado. Em 1942, o grande Império Holandês das
Indias Orientais, mau grado uma resistência valorosa e
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deseperada, também caiu nas maos dos inimigos. Surinam
e Curagau tiveram imediatamente conciência de seu honroso
e tragico dever, da responsabilidade que lhes cabia, como
resultado do devastador curso dos acontecimentos. E os
habitantes de Surinam compreenderam que, para o futuro
do Império Holandês, tinha uma importancia extraordinaria
o fato de que as ultimas terras^ livres holandesas se encontra-
vam no Novo Mundo.
A situagao da Guiana, quarto a guerra, se consolidou
finalmente quando, na primavera de 1942, o pais e sua
populagao se adaptaram totalmente as exigêneias da guerra.
Naturalmente nao podemos revelar o extremo a que chega-
ram recentemente o fortalecimento e a mecanizagao das för-
gas armadas de Surinam, nem, tao pouco...”
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