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“...?elo Dr. H. J. van Mook, /
Ministro dos Territórios de Ultramar dos Parses Baixos [ ^ SEGUNDA PARTE
C U R A C A II
o
. i . jüit
Prólogo 30
Pelo Dr. P. Kasteel,
Governador de Curagau
Um Magnifico Exemplo de Colonizaqao—História do Território de 32
Curagau
Por W. Meyer
Diretor da Escola Superior Peter Stuyvesant, de Willemstad
Uma Caudal de Prosperidade — A economia do Território de Curagau 34
Pelo Dr. H. J. van Boven,
Diretor do Departamento de Assuntos Sociais e Económicos
J. ‘ " r")
O Empório das Antilhas 36
Pelo Dr. E. Elias,
Ex-Diretor do Servigo de Imprensa do Govêrno
' .■& , t‘1
Ilhas Prósperas 38
As Cinco Irmas de Curaqau 40
A Obra das Missöes em Curaqau 44
“Papiamento,” Linguagem de Curaqau Esperanto do Mar das Caraibas 45
Os Editores desejam expressar a sua gratidao as autoridades civis, militares
6 eclesidsticas das Indias Ocidentais Holandesas, pelo valioso material que
forneceram para a confecqao dos artigos que aparecem na presente publica-
qao...”
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“...“PAPIAMENTO”, LIN6UAGEM DE CURACAU
“ESPERANTO" DO MAR DAS CARAlOAS
l’OMO a Guiana, o outro Território da Holanda nó
Hemisfério Ocidental, Curacau também tem a sua lin-
guagem popular tipica, que é o “papiamento.” Correspon-
de ao “talkee-talkee” da Guiana e é uma linguagem que, eti-
mológicamente, merece estudo, como se vera a seguir.
Um dos primeiros homens a estudar essa linguagem
arbitraria foi o Padre Schabel, que a classificou como
“uma espécie de espanhol truncado.” Mais tarde, houve
outras autoridades no assunto que classificaram o “papia-
mento” como “espanhol dos negros.” Segundo uma enci-
clopédia, o “papiamento” se deriva da “linguagem africa-
na”; mas certo filólogo assegura, por sua vez, que se
trata de um “português dos negros.” Finalmente, a Cama-
ra de Comércio de Curagau descreve o “papiamento” como
uma mescla de holandês, espanhol, português, inglês, fran-
cês e da lingua dos indios sul-americanos.
Pode-se se dizer de todas essas definigóes, como...”
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